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Estimativas em Leilões

2021-02-01

Estimativas em Leilões

Desde há muitos anos que é prática comum os leiloeiros colocarem nos seus catálogos um intervalo de valores a indicar o que o profissional julga ser o valor do lote.

Segundo John Carter, os leiloeiros começaram por ter uma lista de preços estimados para cada lote a usar apenas pelos profissionais como ferramenta para as questões que fossem colocadas durante o tempo de exposição. Pressionados pelo mercado para que se tornasse essa útil informação disponível a todos, fizeram com que os leiloeiros passassem a incluir essa informação nos seus catálogos.

A partir desse momento, o primeiro preço passou a ser interpretado como o preço de reserva (que é independente do preço de saída ou base de licitação) e o segundo preço uma aproximação ao valor de mercado.

Em Portugal, a prática de incluir estimativas nos catálogos de leilões de livros é bastante tardia, só aparecendo de forma generalizada a partir dos anos 90 do século passado. Quando apareceu, recordo várias diferenças nos critérios de preços estimados entre os vários leiloeiros, criando várias confusões.

Hoje, entre nós, está mais ou menos convencionado que o primeiro preço é a base de licitação e o segundo uma aproximação ao valor de mercado. No estrangeiro, na grande maioria dos leiloeiros, o intervalo de preço apresentado é mesmo uma estimativa independente do preço de reserva ou da base de licitação.

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